segunda-feira, 8 de agosto de 2011

On the road again

Quase um ano sem entrar aqui é muita pouca vergonha em minha vida. Tive meses para fazer isso e não fiz. Vou fazer agora...todos os dias...espero...rs...

domingo, 5 de dezembro de 2010

Aerosmith


Confesso, nunca ouvi este Little South of Sanity. Não sei como veio parar em minha casa, mas tenho uma vaga lembrança de te-lo visto na casa de minha amiga Flávia, no carro de meu amigo Jair (e não era o mesmo disco).
A primeira e única vez que coloquei um disco do Aerosmith para tocar foi lá pelos idos de 1979, 1980, quando uma amiga chamada Nino, me emprestou um monte de discos de vinil e tinha lá um chamado Toys In the Attic. Não me lembro se gostei, mas lembro que pensei "pô, parece o Mick Jagger" e nunca mais ouvi.
Depois disso eles sumiram da minha vida e nunca mais nem pensei neles.
Voltaram a aparecer, quando gravaram com o Rum DMC a música Walk this way e o sucesso surgiu e com ele as coisas todas de praxe, que inclui vir ao Brasil e a gente descobrir que Steven Tyler, com aquela cara do Serguei, é o pai de Liv Tyler.
Vou tentar ouvir, quem sabe gosto...

Aerosmith - Love in a elevator

Só os fortes sobrevivem


Trilha sonora do filme Only The Strong Survive documentário, que conta as histórias de alguns do maiores cantores do soul e do rhythm blues. Da dureza dos anos 1940, 1950, aos sucessos nos anos 1960 e 1970 e como sobrevivem hoje em dia.
Com Isaac Hayes, Jerry Butler, Rufus Thomas, Sam Moore, Wilson pickett e muitos outros, é obrigatório para quem gosta dé música negra.

Sam Moore - Soul Man

Alceu Valença


Esse, Espelho Cristalino, foi o primeiro disco solo de Alceu, lançado em 1977 e ficou fora de catálogo muitos anos, sendo relançado em 1999.
A faixa título já foi cantada por tudo quanto foi bicho grilo que conheci nos decorrer dos anos 1980 até 1990. Em toda festa que ia, se não tinha o disco, lá pelas tantas alguém puxava e todo mundo fazia coro...Era o nosso "Toca Raul" da época, que provavelmente já existia.

Espelho Cristalino - Alceu Valença

domingo, 11 de julho de 2010

Jazz


Em 1997, depois de anos trabalhando em comércio exterior e como a empresa em que trabalhava não estava bem das pernas, resolvi que podia me dar o luxo de trabalhar em algo que sempre tive vontade: em uma livraria.
Por uma sorte inexplicável, conversando com minha amiga Dinorah, falei a respeito e ela me disse saber que estava em vias de abrir uma grande livraria aqui em São Paulo e se eu quisesse ela falaria de mim para a pessoa responsável pelo projeto. Assim feito e depois de alguns meses de treinamento, abriu-se no bairro de Pinheiros, a primeira megastore do Brasil, o Ática Shopping.
Para quem gostava de livros e música, o paraíso. Ou o inferno das dívidas. Dependia do angulo que se olhasse. Do meu, o paraíso na terra. No caso, no subsolo: em um lugar a maioria dos discos com que sempre sonhara ao alcance de minhas mãos: jazz, rock, Franz Zappa, Van Morrison, Joni Mitchell. E tudo barato. E tudo importado.
A festa para mim começou com essa coletânea, algo de que nunca fui fã. Alías, nem fã do Beatles era nesse tempo. Mas se no disco tinha Cassandra Wilson e Dianne Reeves, então valia cada centavo gasto nele.
Valeu.


Cassandra Wilson & Dianne Reeves - Comme Together

sexta-feira, 18 de junho de 2010

MTV Unplugged



Em 1989, a MTV americana iniciou uma série de shows chamados de Unplugged, dando inicio a uma praga que assolou o mundo todo e no Brasil não foi diferente. Bandas e cantores voltaram à cena depois da gravação de um acústico. Todo mundo queria fazer o seu e claro, encher as burras de dinheiro. A lista completa, segundo a Wikipedia, de todos os acústicos feitos, você pode ler aqui, além de outras informações.
Confesso que só assisti a dois deles na integra: Gilberto Gil e de Paulinho da Viola. Mas era impossível não se ouvir quando se ligava o rádio.
O formato era legal, mas como até as coisas legais enchem o saco, pararam de fazer, o que foi uma excelente idéia.
Esse disco foi comprado ali no Viaduto Santa Ifigênia, em uma barraquinha onde eu comprava fitas cassetes, bugingangas eletronicas e otras coisitas más. Foi uma surpresa, pois nem imaginava que o cara vendesse cds, ainda mais importados. E pior, ele não sabia do que se tratava. Paguei uns R$ 5,00, se não me engano.
Com uma seleção que ia do blues de Steve Ray Vaughn e Eric Clapton, ao pop do 10.000 Maniacs (que eu nunca tinha ouvido), passando por Elvis Costello e R.E.M. e pela grande Annie Lennox.


Annie Lennox - Why

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Rhythm & Blues



Lá nos idos dos anos 1980, foi lançada uma coleção de 7 albuns de vinil que mexeu comigo de um jeito miserável.
Eram albuns duplos e caros, dividido por décadas, num apanhado que compreendia todas as vertentes do rhythm and blues. Caros e para o orçamento de alguém que havia acabado de sair de um casamento, onde o imperioso era economizar, fiquei só na vontade, mas por pouco tempo. Na primeira grana que sobrou comprei o volume 1, que compreendia os anos 1947 a 1952 e tinha gente que nunca ouvira falar: Joe Morris, Tony Grimes entre outros, mas tinha Ray Charles, Ruth Brown e Joe Turner.
Fiquei nisso e quando tive dinheiro para comprar mais alguns, estavam fora de catálogo, esgotados, aquela coisa legal que acontece no Brasil e que depois nego reclama dos sites de discos antigos.
Graças ao advento dos cds, no anos 1990 foram relançados todos e com o preço melhor, mas ainda alto. ( eu já ganhava razoalvelmente melhor) consegui comprar todos os volumes que encontrei e foi no de número 5 que tive a surpresa de descobrir onde foi que Mick Jagger bebeu: a fonte chama-se Don Covay e ouvi-lo cantando See-Saw, é ver Mick se esgoelando.


Don Covay - Somebody´s been enjoyng my home